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Meio Ambiente
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Moradores da Granja Ceres devolvem mais de 7 mil filhotes de quelônios 



“Depois de seis meses sendo tratados pelos moradores os filhotes estão prontos para retornar ao habitat natural”

A maior quantidade de filhotes de quelônios devolvida à natureza foi realizada na comunidade rural da Granja Ceres em Barreirinha. Foram 7.800 filhotes soltos ao Rio Andirá em 2014, os animaizinhos estavam no berçário na comunidade desde o nascimento no mês novembro. 
O Trabalho faz parte de conscientização executado com a participação direta dos moradores e de profissionais e alunos das Universidades do Estado do Amazonas UEA, da Universidade Federal do Amazonas UFAM, IBAMA, Instituto Federal do Estado, Secretarias Municipais e pelo Movimento de Proteção Ambiental dos moradores da Região.


O principal objetivo segundo o morador Carlos Jorge Pedreno é repovoar os lagos e rios da região e garantir a sobrevivência da espécie, ameaçada de extinção. “Desde a primeira soltura dos filhotes há 11 anos o resultado de um trabalho que começa em setembro é muito positivo e buscamos sempre aprimorar, só que precisamos de apoio financeiro para continuar o trabalho,pois são seis meses que os moradores ficam dando assistência para que os filhotes cresçam e sejam devolvidos a rio”, pediu 


No mês de setembro quando os moradores da comunidade coletaram os ovos e depois foram depositados às margens do lago na chocadeira, os cuidados são maiores para evitar ação de predadores, principalmente do homem, “Em novembro os quelônios começaram a nascer e desde lá estavam sendo mantidos num criatório construído especificamente para eles, com água e vegetação semelhantes a que encontram na natureza, e isso tem um custo, é nesse período é que temos dificuldades em alimentar os filhotes”, contou o morador 


No domingo quando foram devolvidos os animais a natureza a alegria das crianças e dos adultos era visível, pois, eles estão colaborando com a preservação da espécie, “neste ano vamos continuar com o projeto pé de pincha, é muito sacrificoso, mas os moradores assim como eu já estamos acostumados e não podemos parar é um legado e um exemplo que vamos deixar para os nossos filhos e netos”, disse a moradora Maria de Souza
Os moradores estão formando uma associação com objetivo de captar recursos afim de que possa ajudar os mesmo durante as três fases do processo que começa na Coleta, eclosão até a soltura. 
Texto: José de Oliveira
Foto: Delfa Amazonas